Desastrados anônimos
3 comentários Published by Lay on Quinta-feira, Outubro 22, 2009 às 10/22/2009 11:16:00 AMOlá, meu nome é Layanna.
- Oi, Layanna.
Hoje eu quebrei mais uma coisa: a minha garrafa de café.
Não sei, deve have algo de errado comigo. Aquela garrafa de café já caiu muitas vezes, mas justamente na vez que EU DERRUBEI, ela resolve quebrar. Esse caso foi curioso, pois eu nem achei que foi uma queda digna de quebra. Quer dizer, a maldita garrafa já caiu da mesa, da pia, do fogão e NUNCA QUEBROU, mas, dessa vez, ela só caiu de lado!
Explico:
Estava eu fazendo meu café no balcão da cozinha e quando fui pegar a água, meu braço esbarrou na garrafa, ela tombou para o lado e quebrou.
Se a garrafa tivesse caído no chão, tudo bem, até porque, a distância do balcão para o chão é considerável, porém, ela só tombou para lado! Até agora não entendi.
Foi igual aconteceu o ferro de passar na semana passada. Meu ferro de passar é (ou era) daqueles Black&Decker sabe? Os durões, resistentes... Pois bem. Eu juro que ele deslizou da tábua quando eu estava passando a minha roupa! E aquele ferro já caiu 4. 437. 609.530 vezes! Porém, bem na vez que EU DERRUBEI, ele se espatifou. Pronto. Essa é a palavra: espatifou. Não sobrou na-da.
O engraçado é que quando aparece uma coisa quebrada aqui em casa e ninguém sabe quem foi, aliás, todo mundo sabe: foi a Layanna! Eu sou acusada até de quebrar ovos! Quer coisa mais fácil de quebrar do que ovos? Qualquer um pode fazer isso! Nem precisa ser uma Layanna!
Tudo bem que às vez é meio difícil entender esse meu "talento" (leia maldição) para quebrar coisas - principalmente as valiosas -, mas o pessoal podia pegar mais leve.
Dos meus feitos inacreditáveis - além do ferro e da garrafa, é claro - posso citar a quebra de uma xícara que praticamente QUEBROU NA MINHA MÃO e um copo de plástico que eu quebrei de um jeito tão incrível, que até hoje não consegui encontrar explicação para aquele fenômeno.
Bom, agora deixa eu ir,
Sem quebrar mais nada. Todos os dias, só por hoje.
Comentários? Diga o que você quebrou aqui.
Uma palavra: patético.
3 comentários Published by Lay on Sexta-feira, Agosto 21, 2009 às 8/21/2009 12:45:00 PMDepois de todas as denúncias e representações feitas contra o Senador Sarney, ele foi absolvido antes de ontem no "Conselho de Ética" do Senado. Foi um fato daqueles que o povo brasileiro está acostumado a ver. Um acontecimento sem explicação, onde alguns dos principais interessados na renúncia ou afastamento do Presidente Sarney votaram a favor do arquivamento das denúncias contra o parlamentar citado.
Feitos como esse só confirmam o fiasco explícito que é o Congresso Nacional Brasileiro (com todo respeito). Alguns cometem seus crimes, outros se aproveitam e posam de "mocinhos" para convencer a opinião pública de que são honestos. Estes mocinhos fazem discursos inflamados, voiciferando contra a corrupção e afirmando categoricamente que estão a favor da Nação. Porém, logo depois, votam a favor do arquivamento de denúncias e abafam o caso.
Uma palavra que resuma o Senado brasileiro? Decadente. Decadente, sim. E não venham me dizer o contrário. Repudio solenemente os discursos patrióticos de que "precisamos acreditar nas Instituições que representam o povo brasileiro, pois nem todos que estão lá são desonestos". Rebato dizendo que sei que há uma minoria preocupada com as necessidades do povo brasileiro, mas, pelo visto, ela não tem sido suficientemente forte para fazer frente à maioria corrupta.Hoje, o Senador Aloizio Mercadante revalidou a visão que tenho do cenário atual do Senado desse País. Ele não só provou ter mais do que duas palavras, como tentou justificar de maneira patética - e quando falo "patética", falo no significado real da palavra - a sua permanência na liderança do PT no Senado.
Depois de uma reunião de cinco horas com o Presidente Lula, Aloizio declarou em discurso feito hoje no Plenário que "não tinha condições de dizer não ao pedido do Presidente". Agora, se essas palavras não parecem patéticas pra você, leia então a carta do Lula para o Mercadante.
Em face desses acontecimentos, não tenho condições de não considerar o Senador Mercadante conivente com a atual situação do Senado. Sei de todas as contribuições que tal figura política fez a esse País, mas simplesmente aceitar ser "dobrado" pelo Presidente Lula em detrimento da atitude correta a ser tomada foi vergonhoso. Com todo respeito, se o senhor não consegue dizer "não" ao Presidente, desconsiderando assim, as suas próprias convicções, imagina então o que faria se o pedido do Lula fosse ainda mais comprometedor .
Falando em Lula, o que dizer dessas repetidas intervenções do nosso chefe maior no funcionamento do Senado? Nem sei o que dizer. Vira e mexe o Presidente anda arranhando a autonomia da Casa. E não foi assim com relação à suposta renúncia de Sarney? Ele chamou o Senador do Amapá para uma conversa assim como uma mãe faz quando o filho faz arte. Concordo que o Legislativo deve aliar-se ao Executivo para tomar decisões que melhorem a condição de vida do povo, mas, ao mesmo tempo, o Legislativo não pode, de maneira alguma, abrir mão de sua autonomia. Se isso se consuma de fato, o Estado perde sua característica democrática e ganha aspectos autoritários.
Apesar dos fatos e do leite derramado, penso que ainda há solução. A mais urgente é renovar os poderes. Precisamos de caras novas, projetos novos e realmente relevantes. É necessário recomeçar.
Comentários? Aqui.
"Quem canta os males espanta"
2 comentários Published by Lay on Domingo, Agosto 09, 2009 às 8/09/2009 03:20:00 PMEnquanto isso... No Senado...
O Senador Suplicy interpreta a música "Father and Son" de Cat Stevens na sessão de sexta feira (07/07/2009).
Singelo.
Efeito dominó
6 comentários Published by Lay on Terça-feira, Agosto 04, 2009 às 8/04/2009 08:16:00 AMAgora, o que tem se tornado extremamente evidente é a ausência das "vozes israelenses" nas matérias.
Ontem o UOL Notícias publicou uma matéria sobre uma nota emitida pelo governo brasileiro, na qual o Itamaraty se posicionava contra "a retirada de cerca 50 palestinos de suas casas em Jerusalém Oriental, que foram posteriormente ocupadas por cidadãos israelenses". Juro que procurei por alguma fonte israelense na matéria, mas não encontrei.
Apresentada semana passada, no dia 28 de maio, na conferência Google I/O 2009, a "Google Wave" é uma incrível mistura de tudo que você conhece e usa na internet (email, blog, grupo de discussão, wikis, etc).
Além disso, suponha que você participou de uma reunião e precisa compartilhar suas anotações com seus companheiros de trabalho. Então, é só abrir uma nova wave, colocar suas anotações e adcionar seus amigos a esta conversa. Mais tarde, se seus colegas quiserem fazer alguma alteração ou sugestão, não tem problema! Eles podem fazer. E, depois, quando você abrir a Wave, poderá ver todas as alterações feitas nas suas anotações através da ferramenta chamada "playback", que mostra tudo o que foi alterado.
Uma outra funcionalidade incrível é que a Wave também funciona como serviço de mensagem instantânea. Agora, a novidade dessa possibilidade é que você não vai mais ler "fulano está digitanto, fulano está digitando", você vai ver e acompanahar o que a pessoa estiver digitando.
Outra coisa que não podia ficar de fora é o corretor ortográfico automático. Se você teve pressa em digitar uma mensagem e escreveu errado, a Wave conserta o erro ortográfico automaticamente.
Hum... Precisa falar com um francês, mas não sabe uma palavra sequer em francês? Du Calme, monsieur! A nova ferramenta conta com um tradutor instantâneo e uma interface com mais de 40 línguas.
Agora, se você está escrevendo uma mensagem e precisa pesquisar algo para colocar na mensagem, não precisa abrir outra página da internet, é só fazer a pesquisa com o auxílio da barra de ferramentas da Wave. Sendo assim, você também pode adicionar fotos e vídeos na extensão da sua mensagem.
A Google Wave parece ser o novo fenômeno da internet, porém, ainda não está disponível para todos os internautas. Segundo Lars, a intenção é fazer que outras empresas criem suas próprias versões de waves e ocorra uma troca de mensagens entre waves, exatamente como acontece com os emails.


